Ontem de noite achamos algumas pessoas refugiadas em um shopping, mas quando pensamos em nos juntarmos a elas, os zumbis conseguiram entrar lá, eles devem estar mortos agora.
Estavamos subindo pela 101 mas a estrada estava completamente trancada, então resolvemos subir pelo interior, estamos na cidade de Campos Novos apanhando comida, depois pegaremos a SC 470 para depois pegarmos a SC 153 para irmos rumo a Curitiba, o nosso caminho tem estado muito conturbado, não temos visto mais animais, acho que os zumbis não tem mais muitos humanos para comer ou os animais fugiram.
Um fato marcante dessa última semana foi quando estavamos passando pela ponte de florianópolis e vimos a ponte bloqueada, parece que as autoridades conseguiram travar os zumbis, mas não conseguimos entrar, não havia ninguem para abrir, e nenhuma maneira visível de acesso. Então quando prosseguimos para o norte e nos aproximamos mais da fronteira com o Paraná as estradas começaram a ficar mais lotadas de carros vazios, não havia mais por onde passar, então entramos na primeira passagem que achamos, ela estava completamente vazia, não sei como, mas estava.
Chegando em Campos Novos vimos muitas plantações e nessas plantações haviam fazendeiros que pareciam não saber da epidemia, começamos a achar que a altitude poderia ser um "repelente", mas após dois dias vivendo aqui os zumbis finalmente chegaram, acho que eles se adaptaram a altitude finalmente, então demos no pé de lá.
sábado
19 de Fevereiro de 2015 - Rafael
Obrigado Thomas, por dar a brilhante idéia de ficar nesse hotel que.. porra!
Enfim, estamos vivos, em cima do telhado de um posto de gasolina..
Acho que vamos passar a noite por aqui, vendo as estrelas, tomando um vinho e conversando..
Tá bem frio aqui..
Acho que amanhã, partimos rumo a Curitiba, veremos o que nos espera!
Amigos, mi famiglia! Saudades!
Estamos no canal 5-43 do walkie talk
18 de fevereiro de 2015 - Thom
Minha primeira escrita aqui no diário. Tá amanhecendo, tem cheiro de carne podre por todo o lado. Eu matei uma menininha que batia no carro ontem. Ela tava com um pedaço de madeira, batendo na janela e eu dei um tiro e dormi de novo. A gente não dorme de noite. Acho que de noite é pior. Dormimos quando o sono nos vence. Um dorme, outro cochila e outro vigia. O mesmo pra quando dirigimos.
Depois de arrombar um hotel em Araranguá, o Becker, e tirar um sono um pouco mais tranquilo (ainda que ouvíssemos uns barulhos), parecia ser um local mais seguro, nos quartos bem de cima. Com os elevadores trancados, nós montamos barricadas na escada de cada andar. Subíamos e descíamos por um escada de incêndio na parte de trás, que dava pra garagem.
Descemos pra um supermercado a umas duas quadras daqui. Rafael quebrou a vitrine dos cigarros e colocou em sacos de lixo. Comemos umas frutas lá mesmo, mas a maioria estava meio podre. Pegamos cereais, óleo, dois galões de água.
Estávamos tentando ligar a chave de luz no hotel, mas parece que a cidade está desligada. Logo depois ouvimos um barulho estranho no primeiro andar e saímos pelo prédio atrás do hotel. Encontramos dois zumbis quase morrendo no primeiro andar do prédio. Eu e Carlos demos os "tiros de misericórdia" e subimos em cima de um posto de gasolina. Achamos um notebook com internet no escritório, mais algumas armas, munição e dois coletes à prova de balas. Não sei se serão muito úteis, mas os levaremos depois de "limpar" o hotel.
Estamos na frequência 5-43 do walkie talkie, e provavelmente iremos apenas pegar algumas coisas nossas no hotel, que ficará como um posto caso voltemos para cá. Esperamos achar alguém vivo por aí.
Depois de arrombar um hotel em Araranguá, o Becker, e tirar um sono um pouco mais tranquilo (ainda que ouvíssemos uns barulhos), parecia ser um local mais seguro, nos quartos bem de cima. Com os elevadores trancados, nós montamos barricadas na escada de cada andar. Subíamos e descíamos por um escada de incêndio na parte de trás, que dava pra garagem.
Descemos pra um supermercado a umas duas quadras daqui. Rafael quebrou a vitrine dos cigarros e colocou em sacos de lixo. Comemos umas frutas lá mesmo, mas a maioria estava meio podre. Pegamos cereais, óleo, dois galões de água.
Estávamos tentando ligar a chave de luz no hotel, mas parece que a cidade está desligada. Logo depois ouvimos um barulho estranho no primeiro andar e saímos pelo prédio atrás do hotel. Encontramos dois zumbis quase morrendo no primeiro andar do prédio. Eu e Carlos demos os "tiros de misericórdia" e subimos em cima de um posto de gasolina. Achamos um notebook com internet no escritório, mais algumas armas, munição e dois coletes à prova de balas. Não sei se serão muito úteis, mas os levaremos depois de "limpar" o hotel.
Estamos na frequência 5-43 do walkie talkie, e provavelmente iremos apenas pegar algumas coisas nossas no hotel, que ficará como um posto caso voltemos para cá. Esperamos achar alguém vivo por aí.
quarta-feira
17 de fevereiro de 2015 - Carlos
É tarde da noite, 1 da manhã para ser mais exato, estou com medo, realmente com medo. Escutei um barulho vindo do primeiro andar do hotel, acho que tem alguém tentando entrar. Se alguém estiver ai estamos no canal 5-43 do walkie talk.
segunda-feira
16 de fevereiro de 2015 - Carro - Carlos
Então... Estamos usando o meu carro que comprei 2 anos atrás para nos locomover, mas ele não foi feito para andar em ruas cheias de zumbis, então estamos planejando dar uma reforçada nele:Colocaremos alguma telas que pegamos numa ferragem e faremos uma proteção nos vidros e nos pneus. Colocaremos telas no telhado e nas portas para deixar o carro um pouco mais resistente...
Queria ter comprado aquele delorean...
15 de Fevereiro de 2015 - Rafael
A um dia sem dar sinal de vida, aqui estou eu.. VIVO!
Por pouco, também..
Enfim, vou relatar o que aconteceu nesses dias..
Eu e os guris achamos uma especie de mini-mercado, e aqui estamos.
Por mais que seja bom, é sempre ruim.. isso me remete a momentos que junto vivi a minha mãe, pois ela tinha um mini-mercado, na esquina de nossa rua.
Parece que quando eu olho para o caixa, vejo ela dando bom-dia para os clientes e registrando os pedidos..
Ah mãe, quanta saudade.. se eu pudesse fazer algo para te ter aqui..
Vou tentar não ser tão emotivo, pelo menos no meu diário virtual..
Aqui estou eu, em cima de um monte de latinhas de ervilhas empilhadas..
Esta pausa será ótima, estamos reabastecendo os mantimentos..
Certa vez meu bisavô me disse que quando foi para a 2ª Guerra Mundial, fumava muitos cigarros para aliviar o estresse.. acho que vou fazer isso também.. por mais que eu não goste muito de cigarro..
Por hoje é isso, Diário.
Se alguém ler esta mensagem, estamos no canal 5-43 do Walkie Talk
Por pouco, também..
Enfim, vou relatar o que aconteceu nesses dias..
Eu e os guris achamos uma especie de mini-mercado, e aqui estamos.
Por mais que seja bom, é sempre ruim.. isso me remete a momentos que junto vivi a minha mãe, pois ela tinha um mini-mercado, na esquina de nossa rua.
Parece que quando eu olho para o caixa, vejo ela dando bom-dia para os clientes e registrando os pedidos..
Ah mãe, quanta saudade.. se eu pudesse fazer algo para te ter aqui..
Vou tentar não ser tão emotivo, pelo menos no meu diário virtual..
Aqui estou eu, em cima de um monte de latinhas de ervilhas empilhadas..
Esta pausa será ótima, estamos reabastecendo os mantimentos..
Certa vez meu bisavô me disse que quando foi para a 2ª Guerra Mundial, fumava muitos cigarros para aliviar o estresse.. acho que vou fazer isso também.. por mais que eu não goste muito de cigarro..
Por hoje é isso, Diário.
Se alguém ler esta mensagem, estamos no canal 5-43 do Walkie Talk
14 de Fevereiro de 2015 - Rafael - Inventário
Essa insônia.. muita coisa tá passando pela minha cabeça.. não durmo bem a sete dias, porque será, Don Rafael?
Enfim, resolvi vir aqui e postar o nosso ''inventário''
Eis o que temos.
Três pistolas no modelo Glock G25 calibre .380;
Duas Gauge shotgun com pouca munição;
Uma faca de bolso;
Dois canivetes suiços;
Uma barra de ferro;
Uma quantidade razoavel de comida;
Um machado e o nossa caminhonete guerreira, a Weekend modelo 2013.
Vou tentar dormir.
Até breve diário virtual.
Enfim, resolvi vir aqui e postar o nosso ''inventário''
Eis o que temos.
Três pistolas no modelo Glock G25 calibre .380;
Duas Gauge shotgun com pouca munição;
Uma faca de bolso;
Dois canivetes suiços;
Uma barra de ferro;
Uma quantidade razoavel de comida;
Um machado e o nossa caminhonete guerreira, a Weekend modelo 2013.
Vou tentar dormir.
Até breve diário virtual.
14 de fevereiro de 2015 - Carlos
Essa última semana foi a semana mais estranha da minha vida, sinto falta dos meus amigos, sinto falta da faculdade, sinto falta de poder ficar na rua de madrugada olhando as estrelas...
Quero que tudo isso chegue a um filme, espero que a gente consiga chegar a algum lugar seguro, espero que a epidemia não tenha se espalhado para fora da américa, espero que seja possivel chegar no resto do mundo, espero muitas coisas, mas muitas delas parecem impossíveis...
A noite nunca teve um gosto tão ruim, o dia nunca foi tão confortante, precisamos arranjar uma maneira de sobrevivermos o suficiente para que consigamos escapar...
Quero que tudo isso chegue a um filme, espero que a gente consiga chegar a algum lugar seguro, espero que a epidemia não tenha se espalhado para fora da américa, espero que seja possivel chegar no resto do mundo, espero muitas coisas, mas muitas delas parecem impossíveis...
A noite nunca teve um gosto tão ruim, o dia nunca foi tão confortante, precisamos arranjar uma maneira de sobrevivermos o suficiente para que consigamos escapar...
14 de Fevereiro de 2015 - Rafael
SOS!
Nunca teve tanto sentido esta palavra.
Não consigo pensar muito, minhas mãos estão tremulas, minha família.. meus amigos.. eles se foram!
Nunca mais os verei, os tocarei.. nunca mais ouvirei meus amigos me chingando por coisas que deixei de fazer! O Que antes eu odiava, hoje eu imploro para que volte.
Thomas e Carlos, fiéis amigos.. não quero perder eles.. já perdi gente demais..
Liberdade... quero minha liberdade de volta, poder brigar com minha mãe quando me pedia para lavar a louça, e eu dizia que tinha que estava ocupado demais vendo aquele filme que passava na TV pela 5ª vez na semana..
Nunca pensei que isso fosse acontecer.. o que eu via nos filmes quando era menor, e que ''rezava'' que um dia acontecesse se tornou realidade.
MERDA, isso não é nada legal!
Alguém nos tire daqui!
Vou desligar o laptop antes que acabe toda nossa bateria.
Se alguém conseguir ler esta postagem, estamos no Canal 5-43 do Walkie Talk.
Nunca teve tanto sentido esta palavra.
Não consigo pensar muito, minhas mãos estão tremulas, minha família.. meus amigos.. eles se foram!
Nunca mais os verei, os tocarei.. nunca mais ouvirei meus amigos me chingando por coisas que deixei de fazer! O Que antes eu odiava, hoje eu imploro para que volte.
Thomas e Carlos, fiéis amigos.. não quero perder eles.. já perdi gente demais..
Liberdade... quero minha liberdade de volta, poder brigar com minha mãe quando me pedia para lavar a louça, e eu dizia que tinha que estava ocupado demais vendo aquele filme que passava na TV pela 5ª vez na semana..
Nunca pensei que isso fosse acontecer.. o que eu via nos filmes quando era menor, e que ''rezava'' que um dia acontecesse se tornou realidade.
MERDA, isso não é nada legal!
Alguém nos tire daqui!
Vou desligar o laptop antes que acabe toda nossa bateria.
Se alguém conseguir ler esta postagem, estamos no Canal 5-43 do Walkie Talk.
13 de fevereiro de 2015 - Carlos - História
Ao descobrir que Rafael passou no vestibular, eu, ele e Thomas fomos para a Cidade Baixa comemorar. Sentamos em um buteco e começamos a conversar...
Ao chegar as 22h, eu dei a idéia de irmos para Casa, em Viamão, pois ficaria muito tarde para voltarmos depois..
As 23:00 quando estvamos chegando no condomínio, notamos que não havia nenhum guarda na guarita, e o portão estava aberto.. achamos estranho, mas seguimos em direção à casa.
Ao entrarmos no patio de casa vimos que a porta estava aberta e que havia uma janela quebrada. Thomas saiu correndo do carro, consecutivamente, eu e Rafael também. Thomas estava parado, olhando para algo... eu e Rafael chegamos perto dele para ver o que era, e vimos dois corpos no chão combinados com muito sangue espalhado pela casa. Ouvimos um grito vindo dos fundos da casa.
CORRAM PARA O QUARTO ! – Gritou Thomas.
Entramos desesperadamente no quarto, Thomas foi fechar a janela enquanto eu e Rafael botavamos o armário na frente da porta.
São CINCO! – Disse Thomas
Nós três, entramos em desespero, e procuramos tudo o que podiamos levar, pois tinhamos que sair logo daquela casa.
Fui na frente com o Machado, Rafael no meio com pé de cabra, e atras, Thomas, com a mochila muito pesada e com uma faca na mão, reclamando de dor nas costas.
Descemos as escadas até o estacionamento, entramos em meu carro, Rafael pôs a chave na ignição com pressa e tentou girar, nisso...
uma pessoa, que talvez estivesse afetada pela pandemia zumbi, apareceu correndo e batendo no parachoque do carro.
SOCORRO! ME AJUDEM! – Gritou a mulher aparentemente afetada.
Eu, Rafael e Thomas nos olhamos, mas resolvemos deixar a mulher alí, pois era muito arriscado ajudá-la.
Horas depois, estavamos chegando à sede de uma empresa de Segurança, onde haviam carros fortes e tudo mais.
A cidade estava aparentemente vazia.
Nós entramos na empresa, e procuramos por mantimentos e armas.
Encontramos 3 pistolas de Calibre 9mm e 2 Gauge Shotgun (Doze)
Olhamos para o pátio da empresa, e vimos varios carros-forte estacionados, pensamos em pegar um carro e seguir sua viajem, mas não achamos a maldita chave.
Voltam a seu humilde carro, e começam a discutir sobre o que precisariamos de mantimentos, tentamos pedir ajuda pela internet, mas o modem 3G não funcionou.
Não sabiamos para onde ir, então decidimos pegar a Free Way e seguir rumo ao norte.
Os carros estavam parados, a maioria deles todos quebrados, e ninguem por perto!
Não há como seguir em frente – Disse Rafael.
Pegue a direita, vamos pelo mato – Disse Thomas.
E seguimos em frente...
Depois de 7 horas de viajem de carro, chegamos a fronteira do Rio Grande do Sul com Santa Catarina.
A estrada estava trancada, não havia como passar com o carro.
Saimos do carro, desesperados, e começamos a procurar por mantimentos em outros carros.
Avistamos um posto de Gasolina, e fomos até ele.
Lá, encontramos uma caminhonete Pajero preta, com a chave na ignição e ninguém dentro.
Rafael começou a encher o tanque da caminhonete, enquanto eu e Thomas entramos na loja de mantimentos, para procurar comidas e afins.
Os vidros estavam vermelhos de sangue, e quando entramos, vimos corpos irreconheciveis no chão.
Restos do que antes poderiam ter sido corpos espalhados para todos os lados.
Mais ao fundo, os restos do possivel atendente da loja sendo devorados por um zumbi.
Thomas pisou em um caco de vidro, e acidentalmente o quebrando, fazendo um barulho que assustou o zumbi.
O Zumbi vira e olha no fundo dos olhos dele, como se tivesse fazendo um dilema com sua alma. O Zumbi pulou e por reflexo, eu e Thomas atiramos.
Rafael ouviu os disparos, e entrou correndo com sua pistola para ver o que estava acontecendo. Só conseguiu ver Thomas com uma cara de assustado. Olhando para os lados viu o lugar, imundo, um cheiro horrível de gente morta.
Pegamos os mantimentos, e enquanto nos dirijimos para o carro, olhamos para trás e nos surpreendemos, nunca vimos tantas pessoas mortas juntas, não apenas mortos, mortos que corriam, e corriam na nossa direção...
Ao chegar as 22h, eu dei a idéia de irmos para Casa, em Viamão, pois ficaria muito tarde para voltarmos depois..
As 23:00 quando estvamos chegando no condomínio, notamos que não havia nenhum guarda na guarita, e o portão estava aberto.. achamos estranho, mas seguimos em direção à casa.
Ao entrarmos no patio de casa vimos que a porta estava aberta e que havia uma janela quebrada. Thomas saiu correndo do carro, consecutivamente, eu e Rafael também. Thomas estava parado, olhando para algo... eu e Rafael chegamos perto dele para ver o que era, e vimos dois corpos no chão combinados com muito sangue espalhado pela casa. Ouvimos um grito vindo dos fundos da casa.
CORRAM PARA O QUARTO ! – Gritou Thomas.
Entramos desesperadamente no quarto, Thomas foi fechar a janela enquanto eu e Rafael botavamos o armário na frente da porta.
São CINCO! – Disse Thomas
Nós três, entramos em desespero, e procuramos tudo o que podiamos levar, pois tinhamos que sair logo daquela casa.
Fui na frente com o Machado, Rafael no meio com pé de cabra, e atras, Thomas, com a mochila muito pesada e com uma faca na mão, reclamando de dor nas costas.
Descemos as escadas até o estacionamento, entramos em meu carro, Rafael pôs a chave na ignição com pressa e tentou girar, nisso...
uma pessoa, que talvez estivesse afetada pela pandemia zumbi, apareceu correndo e batendo no parachoque do carro.
SOCORRO! ME AJUDEM! – Gritou a mulher aparentemente afetada.
Eu, Rafael e Thomas nos olhamos, mas resolvemos deixar a mulher alí, pois era muito arriscado ajudá-la.
Horas depois, estavamos chegando à sede de uma empresa de Segurança, onde haviam carros fortes e tudo mais.
A cidade estava aparentemente vazia.
Nós entramos na empresa, e procuramos por mantimentos e armas.
Encontramos 3 pistolas de Calibre 9mm e 2 Gauge Shotgun (Doze)
Olhamos para o pátio da empresa, e vimos varios carros-forte estacionados, pensamos em pegar um carro e seguir sua viajem, mas não achamos a maldita chave.
Voltam a seu humilde carro, e começam a discutir sobre o que precisariamos de mantimentos, tentamos pedir ajuda pela internet, mas o modem 3G não funcionou.
Não sabiamos para onde ir, então decidimos pegar a Free Way e seguir rumo ao norte.
Os carros estavam parados, a maioria deles todos quebrados, e ninguem por perto!
Não há como seguir em frente – Disse Rafael.
Pegue a direita, vamos pelo mato – Disse Thomas.
E seguimos em frente...
Depois de 7 horas de viajem de carro, chegamos a fronteira do Rio Grande do Sul com Santa Catarina.
A estrada estava trancada, não havia como passar com o carro.
Saimos do carro, desesperados, e começamos a procurar por mantimentos em outros carros.
Avistamos um posto de Gasolina, e fomos até ele.
Lá, encontramos uma caminhonete Pajero preta, com a chave na ignição e ninguém dentro.
Rafael começou a encher o tanque da caminhonete, enquanto eu e Thomas entramos na loja de mantimentos, para procurar comidas e afins.
Os vidros estavam vermelhos de sangue, e quando entramos, vimos corpos irreconheciveis no chão.
Restos do que antes poderiam ter sido corpos espalhados para todos os lados.
Mais ao fundo, os restos do possivel atendente da loja sendo devorados por um zumbi.
Thomas pisou em um caco de vidro, e acidentalmente o quebrando, fazendo um barulho que assustou o zumbi.
O Zumbi vira e olha no fundo dos olhos dele, como se tivesse fazendo um dilema com sua alma. O Zumbi pulou e por reflexo, eu e Thomas atiramos.
Rafael ouviu os disparos, e entrou correndo com sua pistola para ver o que estava acontecendo. Só conseguiu ver Thomas com uma cara de assustado. Olhando para os lados viu o lugar, imundo, um cheiro horrível de gente morta.
Pegamos os mantimentos, e enquanto nos dirijimos para o carro, olhamos para trás e nos surpreendemos, nunca vimos tantas pessoas mortas juntas, não apenas mortos, mortos que corriam, e corriam na nossa direção...
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